-=| Dev@neios e Firul@s |=-

01/04/2006 18:23
Estou de casa nova:
http://devaneiosbyju.zip.net



Respirar novos ares... Apesar da dificuldade do desapego... Acabei de fazer as malas: salvei todas as mensagens que postei aqui (deram quase duzentas páginas no Word) e confesso que não foi fácil, viu? Mas já que o lugar que me acolhia começou a apresentar problemas técnicos - goteiras, rachaduras, janelas emperradas e etc! - "vou-me embora pra Pasárgada"!


Espero por vocês!



enviada por jullye



11/03/2006 15:52
História de Uma Gata
(Enriquez - Bardotti - Chico Buarque)


Me alimentaram
Me acariciaram
Me aliciaram
Me acostumaram

O meu mundo era o apartamento
Detefon, almofada e trato
Todo dia filé-mignon
Ou mesmo um bom filé...de gato


Me diziam, todo momento
Fique em casa, não tome vento
Mas é duro ficar na sua
Quando à luz da lua
Tantos gatos pela rua
Toda a noite vão cantando assim


|Nós, gatos, já nascemos pobres
|Porém, já nascemos livres
|Senhor, senhora ou senhorio
|Felino, não reconhecerás


De manhã eu voltei pra casa
Fui barrada na portaria
Sem filé e sem almofada
Por causa da cantoria

Mas agora o meu dia-a-dia
É no meio da gataria
Pela rua virando lata
Eu sou mais eu, mais gata
Numa louca serenata
Que de noite sai cantando assim

|Nós, gatos, já nascemos pobres
|Porém, já nascemos livres
|Senhor, senhora ou senhorio
|Felino, não reconhecerás


***

Já nascemos livres, mas insisitimos em abrir mão disso. Bastam algumas regalias e fácil, fácil vendemos nossa liberdade. Oferecem-nos garantias, seguranças, proteção e mesmo que com o tempo o felino que há em nós comece a miar, a implorar novos ares, vem o medo de ousar.

Se reconhecemos que se trata de uma escolha, tanto melhor. Só não vale sofrer olhando a janela, culpando quem nos deu a almofada quentinha que agora nos sufoca a coragem de pular a janela e sentir o frio da noite. Nós é que escolhemos ficar presos a isso ou àquilo. E se o outro nos prende é porque nos deixamos prender.

Não faço apologia à rebeldia (aliás, venho sofrendo com a minha!), só tenho refletido sobre os caminhos que trilhamos na vida e as possibilidades que temos de caminhar em outras trilhas, ou em mesmas trilhas mas de novas maneiras, que nos façam tão ou mais realizados do que nossos velhos hábitos possam fazer.

Na almofada ou virando lata: o importante é refletir sobre o que vem guiando nossas escolhas vida a fora.

***

É isso: estou de volta!!!


enviada por jullye



13/09/2005 10:09
Se...

Se dispostos a ouvir mais de perto o rumor da alma de cada um, nos debruçamos demoradamente sobre a vida do homem tal como ela tem sido em nossos dias – chegaremos à convicção de quase totalidade das criaturas, mesmo as que parecem proclamar sua felicidade e gritar sua alegria, é secretamente desesperada e incapaz de estar à altura da vida.
(Aníbal Machado)

Você já se dispôs a ouvir?

Em nossas conversas costumamos falar demais, atropelar o outro, antes que a pessoa conclua já soltamos um: "nossa, comigo aconteceu assim..." Até na conversa interior, não somos capazes de deixar falarem os nossos sentimentos.

Quando nos dispomos a ouvir, possibilitamos encontros nunca imaginados: descobrimos afinidades, potencialidades e podemos refletir. Descobrimos o quanto somos parecidos, senão no tipo de sofrimento, ao menos naquilo que todos nós carregamos: não o vazio, mas a necessidade de preenchimento e de acolhimento.

Quando nos dispomos a ouvir, o outro se apresenta para nós e nos apresentamos para ele. Vivemos um encontro. Se deixamos que as coisas se apresentem para nós, tais quais elas são, somos capazes de alcançar sua essência, logo as conheceremos de fato.

E quando partimos para o encontro (encontrar o outro, e nos encontrar nos encontros) somos mais capazes de "estar à altura da vida".

***

"A vida é a arte do encontro" (Vinicius de Morais)
enviada por jullye



21/08/2005 17:14
O ser e o ter

Loucos tempos em que ter a calça jeans da marca "x", com uma etiqueta bem enorme, significa ser pessoa "de atitude" - que atitude? A de gastar um salário mínimo numa peça de roupa?

Se tenho, sou. E não preciso argumentar, nem é necessário me apresentar, porque a minha figura fala por mim...

Realmente fala, mas fala o quê?

Qual o preço que se paga para ser, em nossa sociedade? O reconhecimento baseado no poder de compra, no poder de convencimento, enfim, no poder.

Se tenho o diploma da faculdade y, então sou bom profissional. Por outro lado, se não tenho diploma, só me resta contar com a sorte... Sorte?

Compactuo com isso a cada vez que me rendo aos encantos da moda da novela, que nego um olhar ao jovem que vende balas, a cada vez que acredito que ser legal é uma questão de ter (o carro, a casa, a boa aparência, a roupa da moda, a "atitude da moda", a gíria na ponta da língua, o livro de auto-ajuda que ensina como ser bacana, o namorado chato porém lindo, o cabelo perfeito que demora horas no secador e que encolhe ao menor sinal de chuva, a naturaldiade de zoar aquele cara que todo mundo zoa, o perfume caro da atriz famosa, a bolsa verde pistache, o celular que tirafoto/tem luz multicolorida/canta/dança/sapateia, ter assistido ao programa que todo mundo assiste...)

Mas o que tenho aprendido é que só tenho, realmente, aquilo que sempre posso carregar comigo, onde quer que eu esteja. Aquilo que se apresenta, independente da aparência. Aquilo que se acumula ao longo dos anos, em forma de aprendizado, de boas lembranças, de amizades. A posse a que estes loucos tempos modernos nos incita, acaba nos afastando cada vez mais do outro, da nossa realidade, enfim, nos afasta de nós mesmos, sustentando ilusões que só nos machucam.

Ilusões que nos impedem de perceber que ter tudo não quer dizer ser alguém.
enviada por jullye



20/08/2005 15:49


A flor seca dentro do livro
Não vive, não floresce, nem lê
Porém teimo em guardá-la
Sonho a flor ressurgindo
Ressurgindo os minutos
Renascendo as esperanças
E até as emoções da primeira leitura
Aquelas que não se repetem
Por mais que tentemos
E guardemos, com todo cuidado, as flores
Elas não mais terão o frescor, o aroma
A vida.


(Juliana Garcia - "ieu"!)

Caminhemos pelos campos floridos...

***
jullyedevaneios@hotmail.com
enviada por jullye



10/08/2005 09:23
“... A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, e se perde de si mesma.”

(Do poema: Eu sei mas não devia – Marina Colassanti)

Por vezes nos pegamos repetindo velhas frases, posturas rígidas, revelando opiniões, agindo de maneira que nem sabemos o porquê... Simplesmente fazemos, pensamos e falamos... Sem maiores questionamentos...

Conceitos que se impõem, armaduras que se endurecem, rótulos que pregamos e no final das contas nem lembramos bem porque deixamos de conversar com aquela pessoa, porque damos meio-sorrisos, porque evitamos tocar em determinado assunto, porque sempre esperamos as coisas explodirem para expor nossos sentimentos. Máscaras, armaduras com as quais nos acostumamos e que achamos que podem nos proteger... Se uma postura deu certo alguma vez, evitou algum conflito, nos fez ficar invisíveis ao que acreditávamos ser um perigo, pronto: repetimos automaticamente, por vezes, até a vida inteira. E não nos perguntamos se aquilo dará certo, e se não der certo, não ousamos investir em outra maneira de resolver as coisas, afinal, “podemos nos machucar”.

E mesmo que com o tempo a máscara nos sufoque e a armadura pareça apertada demais para comportar nossos medos e nossos sonhos, mesmo que os rótulos já pareçam sem sentido, mesmo que nossas velhas fórmulas pareçam já não surtir o efeito desejado... Insistimos em trilhar o caminho já conhecido, porque tentar novas fórmulas parece arriscado, trabalhoso, e posso até parecer maluco, ridículo ou estranhamente eu mesmo! Ops!!! Eu mesmo???

A verdade é que de tanto poupar a vida, vamos perdendo vivências importantes, vamos perdendo a nós mesmos.. Esquecemos que nessa conta não há como poupar, porque o tempo real é aquele que se vive, não se pode guardar o que não foi vivido. Esquecemos também que se queremos mudar nossa vida, precisamos agir de maneiras diferentes, caso contrário obteremos resultados rígidos, fixos, sem mudanças. Velhas fórmulas, velhas máscaras, velhas armaduras... Que podem ter sido úteis um dia, mas que hoje nos roubam a liberdade, a espontaneidade e a oportunidade de alcançarmos a nós mesmos.



enviada por jullye



24/07/2005 11:29


Ser mulher ao longo dos séculos tem ganhado cada vez mais significados. Mas será que esses significados foram de fato superados pela modernidade?

Será que já se superou o estigma da mulher serpente, responsável pela expulsão do paraíso? As mulheres ainda se sentem e são culpadas pelo outro ao sofrerem alguma violência. Se sofreu abuso sexual: facilitou, provoucou...

Será que já se superou o estigma da mulher como homem incompleto, ou como ser incompleto feito de uma costela? Leituras equivocadas do movimento feminista ao invés de lutarem por equivalência de direitos, lutam para serem homens, lutam por direitos que de longe são o que fazem dos homens seres "superiores"...

Para superar a mulher Amélia, muitas vezes, busca-se a conversão em uma Barbie de faz-de-conta. Acredita-se que a felicidade só pode estar no extremo oposto de Amélia: abandono total de tudo que possa de longe lembrar submissão. E para isso nos tornamos escravas, sim, mas da moda, da aparência, do botox e perdemos nossas expressões...

Vamos trocando estigmas por caminhos tortos. E nem sei se realmente trocamos, apenas fazemos um aglomerado de identidades, que se fundem, brigam entre si e nessa confusão não refletimos sobre a escravidão velada que continuamos a perpetuar.

Nossos filhos serão machistas enquanto nós brincarmos de ser Barbies ou simplesmente reproduzirmos a Amélia. Será impossível uma conjunção? Será impossível sermos nós mesmas, seguindo o que pode realmente nos fazer felizes, independente do que digam os outdors, as manchetes, a vizinha e o peão da obra?

Sim, o que sou não independe do meio em que vivo. Mas não preciso ser exatamente o que querem que eu seja. Posso refletir, posso questionar. E no final, se decidir adotar velhos papéis, isso será fruto de uma decisão e não de uma imposição.

Mesmo que nos imponham imagens e opiniões, podemos ainda pensar. Mesmo que nossos pensamentos sejam ainda repletos de preconceitos é exercitando o questionar que podemos um dia chegar a vencer barrreiras.
enviada por jullye



22/06/2005 15:28
"UM DIA A LAGARTA PENSOU QUE IRIA MORRER...

... E VIROU BORBOLETA."

Ter asas vale a pena...
enviada por jullye



30/04/2005 19:21
Olás! Sim, ainda estou viva! Vivíssima! E correndo um bocado!

Hoje em meu trabalho semanal com adolescentes tive a portunidade de me deparar com questões típicas dessa fase. Iniciamos uma "tempestade de idéias" onde eles deveriam falar tudo que lhes viesse à mente diante do tema "mundo de hoje", "sociedade atual". Olha, enchemos um quadro inteirinho, viu?!

Surgiu de tudo, mas o que mais causou burburinhos, com certeza, foi o que girava em torno da sexualidade. A príncipio as palavras surgiam como um sussurro, uma brincadeirinha. Mas eles se surpreendiam quando eu acrescentava no quadro aquelas palavras "feias", "engraçadas", que eles só ousavam dizer baixinho ou entre risadas ou mesmo evitar a palavra explícita: "Pode colocar aí aquilo que homem e mulher faz?" "O que? Sexo?" "É, é..." E lá incluímos mais uma palavra.



Numa sociedade em que a sexualidade é tão banalizada, pouco (ou nada se sabe) sobre este tema. Os adolescentes que convivem com a era da bunda de fora, do tudo pode, do ficar, da pornografia banal, pouco ou nada sabem sobre como encarar e lidar com isso.

Mas essa desinformação é recente? Claro que não! Hoje em dia, ao menos pode-se falar a respeito de sexo, de corpo, de desejos, apesar de se evitar ir fundo na questão.

Quando as risadas eram altas e envergonhadas ao extremo, perguntei se eles conheciam a frase: "O riso é a expressão do não-entendimento". Todos calados, postura reflexiva e a conversa reeendeu uma beleza! "É, a gente ri por achar que é uma coisa feia, né?" "Ah, fica sem graça de falar disso com meninos, por exemplo." "A gente ri pra esconder o que ta pensando, talvez. Se todo mundo ri, a gente também ri...
enviada por jullye



29/03/2005 15:44
Hoje passei por uma entrevista para bolsa de extensão na faculdade. Puxa! Nunca fiquei tão nervosa por conta de uma entrevista!!! Sentia a pulsação no pescoço!

Mas na hora mesmo da entrevista consegui me acalmar, dizer o que pensava ser importante. O nervosismo era porque, em primeiro lugar, preciso trabalhar. E em segundo, queria muito aquela oportunidade. A professora que coordena o projeto é muito legal, tem muito a me ensinar... E trabalhar em pesquisas na universidade é uma oportunidade muito válida mesmo!

Mas o que deixa a gente desanimado é a pouca oferta de vagas... Eis a faculdade pública! Não tem vaga suficiente, não tem subsídio suficiente... E por aí vai!

***

Hoje comemoro mais um mês de namoro!
Como o tempo passa rápido!
enviada por jullye



17/03/2005 09:49
Tanta coisa mudou nesses últimos tempos!

Voltei às aulas, saí do meu estágio, casei! Brincadeirinha!!! Não casei! Mas o resto é verdade!

Este período tem sido muito bacana na faculdade. Até o semestre passado eu estava muito insatisfeita com o curso. Agora temos discussões interessantes e profundas, descobertas, novos rumos. Acho que a satisafção de agora é fruto também de uma maior maturidade minha e até do próprio curso que agora vai ganhando mais cara de Psicologia mesmo.

Estou fazendo um curso de "Teatro para Educadores", tenho gostado muito! Lá temos aprendido um pouco como utilizar o teatro como recurso educativo, alguns jogos teatrais, teoria e prática teatral. Gosto muito de trabalhar com grupos! Vamos ver no que dá!

Saí do meu estágio. Foi uma decisão muito pensada e acertada. Tenho mais tempo para mim, para meus estudos... Porém menos grana, mas a gente não vive só disso! Só, não!!! : )

Ganhei uma cachorrinha linda e sapeca: a Belinha, uma cocker loirinha! Agora temos a Belinha e a Abigail (a gatinha brnca e sapeca também!) em casa.

Esse post foi mais para dizer um "oi" mesmo, porque não costumo utilizar esse espaço como "diário virtual". Esse post foi só para dar notícias aos amigos!

Abraçãozãos!!!
enviada por jullye



15/02/2005 12:06
“Viver é crescer e crescer é sofrido”
(Gladston Lage)

Tenho sentido a dorzinha pontiaguda do coração clamando por mudanças. É muito fácil se encantar com novos conhecimentos, vivenciar momentos de espiritualização e reflexão... Passar, no entanto, por esse processo de interiorização e promoção de mudança é algo difícil. Uma verdadeira luta “nós x nós”, onde temos que batalhar para que o lado mais sublime de nós ganhe.

Acho que esse texto do “famoso” Autor Desconhecido reflete bem o que tenho sentido:

Renovação
A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos!
Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos ela está com as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais agarrar as presas das quais se alimenta. O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Suas asas apontam para o peito e voar já é difícil. Então a águia só tem duas alternativas: morrer ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher num ninho próximo de um paredão onde ela não necessite voar.
Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico no paredão até arrancá-lo, espera nascer um novo bico com o qual vai depois arrancar suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer ela passa a arrancar as velhas penas. E só depois de 150 dias – 5 meses – sai para o famoso vôo de renovação, para viver então mais 30 anos.
Em nossas vidas temos muitas vezes de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
Para que continuemos a voar um vôo de vitória precisamos nos desprender de lembranças, costumes e tendências que nos causam dor.
Somente livres do peso do passado podemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz...


Ou em outras palavras: “Rapadura é doce, mas não é mole não”...

enviada por jullye



01/02/2005 09:04
Quando sentir vontade de gritar, brigar, xingar... Encha a boca de água... Conte até mil...
Mas num gesto de quem deseja se acalmar e não engolir a raiva.

enviada por jullye



30/01/2005 21:13
29/01/05 - 1 ano e 5 meses de amor, carinho, amizade, companheirismo, descobertas, crescimento, felicidade.
Amo muito você, meu bem!

enviada por jullye



26/01/2005 14:42

"Os homens são todos iguais"...



Enquanto pensei assim não me permiti conhecer ninguém.

Quando nós colocamos rótulos nos outros acabamos dando de cara com profecias auto-realizáveis. Acabamos procurando modelos que confirmem nossa "teoria", interpretando as situações de acordo com um ponto de vista viciado e até provocando reações do tipo que "preconceituamos" a respeito do outro.

Sim, os homens têm aspectos em comum, assim como as mulheres também têm. Ta certo que boa parte dos homens são mais racionais. Mas isso não quer dizer que sejam pedras de gelo! Ta certo que boa parte das mulheres são mais sensíveis. Mas será que dá para generalizar??? Somos todas "manteigas derretidas" e só?! Nada contra as "pedras de gelo", nem contra as "manteigas derretidas", mas todos temos o direito de sermos reconhecidos pelo que somos, acima de rótulos e generalizações.

Já cansei de ouvir homens dizendo, por exemplo, que as mulheres são “maria-gasolina”. Você gostaria de ser chamada assim, mocinha? Coitados, então, daqueles que não têm carro e acreditam nesa "regra". Acham-se menores... Ou passam a vida toda em busca de valores que não são os mais importantes.

Cuidado com as generalizações, elas tendem a nos retirar a encantadora sensação do encontro.
enviada por jullye






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